A inteligência artificial pode ter sido criada para estimular e apoiar a sociedade, de forma plausível e sensata, porém, o homem visa usar a mecânica de seu funcionamento para obter benefício próprio, desmerecendo as mentes humanas e criativas, criando o caos diante uma situação desconfortável, que pode gerar falta de incentivo, estimulo e objeções significativas para que a criatividade seja desenvolvida e difundida, fazendo com que rebaixem profissionais qualificados, prejudicando diretamente seus trabalhos.
Dentre esses empecilhos, quem está sofrendo muito com a inteligência artificial são os artistas, que estão vendo falsos “artistas” ganharem fama e dinheiro, à custa de artes autorais, desmerecendo a criatividade e tirando as oportunidades, em uma competição desumana e desigual, onde a máquina copia, onde a mente deveria ser executada.
Visando isso, o senado federal tramitou um projeto de lei para estabelecer o desenvolvimento, implementação e uso responsável da inteligência artificial, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais e garantir a implementação de sistemas seguros e confiáveis, beneficiando o artista, dentro de um regime democrático diante a ciência e a tecnologia ofertada a sociedade, respeitando o trabalho e obra alheia, com privacidade, proteção de dados e autodeterminação informativa, estimulando a inovação de produção e dando acesso direto à educação e a conscientização sobre os sistemas de inteligência artificial e suas aplicações.
Com a regulamentação de lei implantada, visará a justiça, equidade e inclusão do artista como fundamento principal mediante a arte apresentada, com total transparência, explicabilidade, inteligibilidade e auditabilidade, com o propósito de inferir e atingir o conjunto de objetivos, utilizando abordagens baseada em aprendizagem da representação do conhecimento, produzindo e prevendo recomendações com definições relevantes para influenciar o ambiente virtual ou real, discriminando qualquer distinção exclusão, restrição ou preferência, em qualquer área social, pública ou privada, anulando o exercício remanescente. Priorizando àqueles que preveem a liberdade de expressão e característica particulares diante a opinião pública.
Novo chorume do governo, PL de "Regulamentação de IA" que manda os artista se foderem, qualquer um pode usar sua obra como quer, qualquer coisa automatizada que te ofereça algo tipo, iFood e o X "É um Inteligência artificial" e o pior, o governo pode botar quem quiser #PL2338NÃO pic.twitter.com/IH1l1Ro8IQ
— Omega (@Omega_Element) July 5, 2024
A PL 2338/2023 gerou debates imensuráveis nas redes sociais, separando classes e ampliando a reflexão do trabalho criativo e também autoral. Dando distintas diretrizes, para escritores, ilustradores, atores, dubladores e outros profissionais da cena artística e criativa, que conseguiu que a lei ganhasse uma nova roupagem, regularizando pessoas ao invés de máquinas, priorizando o conhecimento e o discernimento da isonomia pelo direito e oportunidade em expressar e ter sua essência determinada em cada obra, e não ver “artistas de IA” ganhando créditos e méritos à custa de profissionais autênticos, que lutam duramente por um trabalho digno e originário.
🚨 Atenção!!!! 🚨
Hoje é dia de fazer #PL2338SIM ir parar nos TTs! Amanhã às 10h vai ser votado o projeto de lei que coloca regras justas para o uso de inteligência artificial no Brasil.
Marquem aqui as @ dos deputados e senadores que vocês querem que votem SIM!#DublagemViva pic.twitter.com/EFOXStBOjb
— Dublagem Viva (@DublagemViva) July 8, 2024
Fonte: O Barquinho Cultural